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segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Que tal telefonar de graça para seus amigos pelo Talky?

Você já deve ter ouvido falar de VoIP, ou aplicativos de voz sobre IP. Tratam-se de serviços de telefonia pela internet, que normalmente são mais baratos que as linhas telefônicas comuns e funcionam pelo computador ou pelo smartphone, desde que você esteja conectado à rede. Mas estes serviços, normalmente, pecam pela qualidade da transmissão de voz (atrasos, ecos e chiados), têm suporte precário (muitas vezes, funcionam no exterior) e não funcionam na rede 3G. 
Recentemente, tivemos contato com um serviço de VoIP que nos surpreendeu. É o Talky, uma parceria da Telefônica com a Nexus Telecom. Além de possuir um suporte bastante eficiente e gratuito (24 horas por dia, 7 dias por semana, e em português), ele roda direto no navegador (como Internet Explorer, Firefox e Chrome) e funciona até no telefone fixo da sua casa via um adaptador ATA.
Além disso, tem também aplicativos próprios que rodam em Symbian, iOS e em breve em Android e Blackberry (tanto na rede Wi-Fi quanto 3G). A maior vantagem destes aplicativos próprios é que são fáceis de instalar e não necessitam de configurações extras.
A qualidade de voz surpreende: é limpa e sem atrasos, com um consumo de banda super pequeno.
talky1
Para usar o Talky é muito simples. Basta acessar www.talky.com.br e se cadastrar. Ao fazer seu cadastro você terá direito a 30 minutos gratuitos para testar produto e fazer ligações para qualquer telefone fixo no Brasil e em mais de 65 países. A partir daí basta fazer o login no site do Talky (caso você esteja utilizando seu computador) ou o download do aplicativo (caso esteja usando o seu smartphone).  Se gostar do serviço, pode fazer recargas por cartão de crédito ou boleto bancário e continuar ligando para qualquer parte do mundo, aproveitando as tarifas super econômicas que só o Talky te oferece.
talky2
Aproveite agora: a promoção dos 30 minutos gratuitos vai até janeiro. Faça já seu cadastro e experimente o serviço!

Sinal Wi-Fi pode deixar árvores doentes, indica estudo

Florestas com maior densidade são menos prejudicadas do que aquelas em que há distância maior entre as árvores. Foto: DivulgaçãoSegundo um estudo realizado pela Universidade Wagenigen, na Holanda, a radiação emitida por redes Wi-Fi é prejudicial ao meio ambiente. Além de problemas no crescimento de árvores, os pesquisadores detectaram a morte de algumas camadas de tecidos e diversas fissuras e sangramentos nas cascas.
As conclusões indicam que a maioria das cidades do mundo ocidental pode estar sendo afetada pelo problema, especialmente aquelas onde há maior concentração de tecnologia. A pesquisa foi iniciada na cidade de Alphen ann den Rijn, que há cinco anos detectou anormalidades nas árvores que não podiam ser explicadas por nenhum tipo de infecção de vírus ou bactérias.
Os resultados mostram que 70% das árvores em ambientes urbanos apresentam os mesmos sintomas, número que não passava de 10% em 2005. Entre as descobertas feitas pelas equipes de pesquisadores está o fato de florestas com grande densidade serem menos afetadas pelos sinais do que aquelas que possuem grande distância entre cada árvore.
Durante a etapa de estudos, os pesquisadores expuseram 20 árvores de carvalho a diversos tipos de radiação por um período de três meses. Aquelas colocadas pertos de sinais Wi-Fi demonstraram um brilho semelhante ao chumbo, causado pela morte das camadas superior e inferior da epiderme das folhas. Além da radiação emitida pelas redes Wi-Fi e sinais de celular, os sintomas também podem ser atribuídos a micropartículas emitidas por carros e caminhões em áreas urbanas.
Apesar das conclusões obtidas, os pesquisadores alertam que não se deve entrar em pânico, já que ainda devem ser medidos os resultados a longo prazo da exposição à radiação Wi-Fi. Além disso, reforçam que há estudos que provam o contrário e não mostram nenhum tipo de sintoma negativo da exposição prolongada em organismos humanos.

domingo, 21 de novembro de 2010

Quase 60% dos lares brasileiros têm computador

O Brasil está avançando no uso de computadores, mas uma parcela considerável dos lares do país ainda não tem uma máquina. Uma pesquisa divulgada nesta sexta-feira (19) aponta que 58% das casas têm ao menos um PC, mas essa distribuição é desigual: enquanto no Sudeste 66% dos lares possuem a máquina, no Nordeste esse índice é de 42%.
De acordo com o estudo, feito pela consultoria Ipsos a pedido da Intel, há uma forte tendência de aumento no número de máquinas em casas que já têm micro. De acordo com a empresa, “o computador deixa de ser um item "da família", que é compartilhado por todos os membros do lar, para tornar-se um item pessoal, que reflete os usos, costumes e personalidade do dono”.
No Distrito Federal, por exemplo, 35,6% das pessoas usam o computador individualmente. Estados como Rio de Janeiro (25,9%), Minas Gerais (25,7%) e Goiás (25,3%) também têm índices altos de uso individual. Na contramão, há Estados em que é alta a taxa de pessoas que compartilham a máquina: no Rio Grande do Sul, 91,7% das pessoas usam o PC com outras pessoas.
Cássio Tietê, diretor de marketing da Intel Brasil, diz em comunicado que essa tendência, “comum nos mercados mais maduros”, “vai guiar o crescimento do mercado no futuro próximo”.
– É natural que o brasileiro queira um computador que seja efetivamente pessoal, que seja só seu e reflita sua personalidade, seus maneirismos.
De acordo com a pesquisa, a expectativa é de que o mercado de PCs continue aquecido no ano que vem, já que 38% dos entrevistados disseram querer comprar um computador nos próximos 12 meses. 15,2% das pessoas contaram que pretendem comprar um desktop (PC de mesa), 14,3% querem um notebook e 2,3% preferem um netbook (computador portátil voltado principalmente para o acesso à internet e que não é tão potente).

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Antimatéria é produzida e armazenada no CERN

Antimatéria é produzida e armazenada no CERN
O Centro Europeu de Pesquisas Nucleares (CERN) anunciou hoje que conseguiu produzir e armazenar átomos de antimatéria por tempo suficiente para serem estudados.
O feito foi alcançado pelo experimento ALPHA e é considerado um importante passo para entender uma das questões em aberto do Universo: afinal, existe diferença entre matéria e antimatéria?
Embora átomos de antimatéria já tivessem sido produzidos no passado, mantê-los intactos por tempo suficiente sempre foi um grande desafio. Em um trabalho publicado hoje na Nature, a equipe do CERN mostra que conseguiu produzir e prender átomos de “anti-hidrogênio” – abrindo caminho para que os cientistas comparem matéria e antimatéria.
Por definição,  a antimatéria é idêntica à matéria, a não ser pelo fato de possuir carga oposta.  Por isso, as duas se aniquilam quando entram em contato uma com a outra.
A antimatéria permanece um dos maiores mistérios da ciência. Ou melhor, a ausência de antimatéria é um grande mistério. Segundo todos os cálculos astronômicos, no momento do Big Bang (a grande explosão que, de acordo com as teorias mais aceitas, deu origem ao Universo) matéria e antimatéria devem ter se formado em quantidades equivalentes. No entanto, nós sabemos que nosso mundo é feito de matérias – enquanto a antimatéria parece ter desaparecido. E é justamente para descobrir o que aconteceu com ela que os cientistas usam uma série de métodos. O principal objetivo é conseguir investigar se existem pequenas diferenças nas propriedades da matéria e antimatéria que poderiam explicar o que aconteceu.

Astrônomos encontram primeiro planeta com origem em outra galáxia

Pouco maior que Júpiter, astro está a 2.300 anos-luz da Terra e orbita uma estrela similar ao Sol 

planeta e sol 

Astrônomos europeus informaram ter encontrado pela primeira vez um planeta com origem fora da Via Láctea, a galáxia em que está situada a Terra. Batizado HIP 13044 b, ele está a 2.300 anos-luz de distância da Terra e tem 1,25 vez o tamanho de Júpiter, o maior planeta do Sistema Solar. Ele gira ao redor de uma estrela pouco menor que o Sol e completa uma órbita a cada 16 dias – ou seja, cada ano dura cerca de meio mês terrestre. Por estar muito perto da estrela, os astrônomos acreditam que ele seja bastante quente e talvez esteja no fim de sua vida.
O exoplaneta (planeta fora do Sistema Solar) foi localizado depois dos pesquisadores perceberem uma "pequena perturbação na estrela, causada pelo empuxo gravitacional de um companheiro orbital", diz o estudo. Para tal, usaram um telescópio do laboratório europeu em La Silla, no Chile, a 2.400 metros de altitude e 600 km ao norte de Santiago.
O estudo foi publicado essa semana na revista Science Express e defende a teoria de que tanto o planeta como a estrela em torno da qual ele orbita sejam parte da corrente Helmi, grupo de estrelas que sobreviveu depois de sua minigaláxia ser absorvida pela Via Láctea, há 9 milhões de anos.
O HIP 13044 b também resistiu a uma fase em que a estrela anfitriã passou por um crescimento maciço, depois de ter esgotado sua provisão de hidrogênio nuclear. Essa etapa da evolução das estrelas é denominada fase de gigante vermelha. "A descoberta é particularmente intrigante se considerarmos o futuro distante do nosso próprio sistema planetário, quando o Sol também se tornará uma gigante vermelha, dentro de 5 bilhões de anos", disse Johny Setiawan, principal pesquisador do projeto do Instituto Max Planck de Astronomia.