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terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Americano é levado à Justiça após invadir e-mail da mulher


.. Foto: Reprodução

O americano Leon Walker foi enquadrado como hacker e acusado, pela lei anti-hacking dos EUA, depois de ser pego invandindo o e-mail particular de sua mulher, Clara Walker.
Leon, de 33 anos, descobriu, pelo Gmail, que Clara estava tendo um caso com o segundo ex-marido. Clara foi casada com dois homens antes de Leon e teve um filho com o primeiro.
Segundo o site The Guardian, Leon juntou os e-mails e os levou para o pai do filho de Clara, alegando que ela representava um perigo ao filho. Ao descobrir que sua conta havia sido invadida e os e-mails repassados, Clara foi à polícia.
A Justiça do condado de Oakland acusou Leon por invação de privacidade e infração da lei. O julgamento deve acontecer em fevereiro de 2011. Leon e Clara Walker se separaram no início de dezembro de 2010.

Americano cria internet sem fio transmitida pela iluminação

Pulsações luminosas são captadas por sensores ligados a computador.
Primeira versão de sistema é capaz de atingir velocidades de até 3 mbps.

 

John Pederson, criador do LVX, sistema que transmite internet por pulsos luminosos.Uma empresa do interior de Minnesota, nos Estados Unidos, criou uma tecnologia que utiliza sistemas de iluminação para ligar computadores à internet. As informações são transmitidas por meio de pulsações luminosas imperceptíveis a olho nu, e captadas por um sensor ligado ao computador.
Seis escritórios da prefeitura de St. Cloud, onde fica a sede da empresa responsável pelo desenvolvimento da tecnologia, vão receber o sistema nos próximos dias. De acordo com seu inventor, John Pederson, a primeira geração do produto é capaz de atingir velocidades de até 3 megabits por segundo.
Batizado de LVX, em homenagem a "lux", termo em latim para luz, o sistema de Pederson será vendido como uma opção às redes wi-fi, que utilizam ondas de rádio para transmitir dados. De acordo com o inventor, a internet por luz é ideal para distâncias menores, e ajuda a desobstruir as frequências de rádio, atualmente utilizadas por telefonia celular, wi-fi, televisão, telefones sem fio, entre outros aparelhos.
Para transmitir dados por luz, o equipamento recebe a informação da internet, em formato binário - ou seja, em zeros e uns. Instalado, por exemplo, no teto, um conjunto de LEDs (pequenos pontos emissores de luz), pisca no mesmo ritmo destes dados, acendendo para cada 1 e apagando quando o valor a ser transmitido é 0.
A luz chega, então, a um sensor ligado ao computador, que interpreta os valores e, enfim, exibe o conteúdo da internet solicitado pelo usuário. O caminho contrário também é possível: luzes ligadas ao computador transmitem, por exemplo, um e-mail do computador do usuário para o equipamento instalado no teto.
Em 2011, segundo Pederson, a tecnologia será refinada para atingir velocidades maiores. A ideia do inventor é fechar parcerias com companhias de energia para vender o sistema para assinantes de serviços de banda larga por rede elétrica.
Receptor e emissor utilizado para transmitir dados pelo sistema LVX.

 

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Cientistas japoneses criam rato que pia

TÓQUIO — Cientistas japoneses anunciaram nesta terça-feira a criação de um rato que pia como um pássaro, uma "evolução" produzida pela engenharia genética, com a qual esperam lançar novas luzes sobre as origens da linguagem humana.
Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Osaka, no oeste do Japão, criou o animal, como parte do "Projeto Rato Evoluído", no qual os cientistas usam cobaias geneticamente modificadas propensas a mutações.
"As mutações são a força motriz da evolução. Cruzamos ratos geneticamente modificados por gerações para ver o que acontecia," disse à AFP o coordenador do estudo, Arikuni Uchimura.
"Verificamos os recém-nascidos um por um... Um dia encontramos o que chilreava como um pássaro", disse, esclarecendo que o "rato cantador" nasceu por acaso, mas esse traço será transmitido a futuras gerações.
"Surpreendeu-me porque esperava ratos diferentes fisicamente", explicou por telefone, acrescentando que, de fato, com o Projeto também foi criado um "rato com extremidades curtas e um rabo mais fino, como o de um cão dacshund".
O laboratório, dirigido pelo professor Takeshi Yagi, da Escola de Estudos Superiores de Biociências de Fronteira da Universidade de Osaka, conta atualmente com mais de 100 "ratos cantores" para futuras investigações.
A equipe espera que estes animais deem pistas sobre a evolução da linguagem humana.
Os cientistas descobriram que as aves utilizam diferentes elementos sonoros, que emitem juntos, em partes, como as palavras da linguagem humana, e depois "encadeiam" esses pedaços em "canções" sujeitas a certas regras linguísticas.
"Os ratos são mais fáceis de se estudar do que as aves, uma vez que são mamíferos e estão muito mais perto dos seres humanos em termos de estrutura cerebral e outros aspectos biológicos", disse Uchimura.
"Estamos vendo como um rato que emite novos sons afeta os do mesmo grupo... em outras palavras, se tem conotações sociais", disse, acrescentando que os comuns emitem guinchos, principalmente quando estão estressados.
Levando-se em conta que os ratos mutantes piam mais ou menos forte quando colocados em ambientes diferentes, ou quando os machos se acasalam com as fêmeas, seus gorjeios "podem ser uma espécie de expressão de suas emoções ou condições físicas", explicou Uchimura.
A equipe descobriu que os ratos normais que cresceram com os cantadores emitiam menos ultrassons que outros, podendo indicar que os métodos de comunicação podem ser propagados no mesmo grupo como um dialeto.
"Sei que é uma possibilidade remota e muitos dirão que é 'absurda'... mas tenho a esperança de, um dia, criar um Mickey Mouse", concluiu brincando.

sábado, 18 de dezembro de 2010

Google lança aplicativo de exploração do corpo humano

Body Browser roda diretamente no navegador, e permite ao usuário visualizar, em três dimensões, músculos, ossos, veias e nervos.

Atenção, médicos: a Google está entrando no jogo de explorar o corpo humano.
A abordagem da empresa, no entanto, tem um fim educacional. O aplicativo Body Browser (Explorador do Corpo), acessível a partir do Google Labs, usa as tecnologia HTML5 e WebGL – padrão para gráficos 3D na Internet – permitindo ao usuário explorar o corpo humano com a ajuda de imagens bem detalhadas.
Impressões
Antes de mais nada, um aviso: o programa, provavelmente, não irá rodar em seu navegador. Poucos softwares suportam o padrão WebGl, por ser uma tecnologia nova, e a maioria está ainda testando uma possível implementação. Por enquanto, os únicos aptos à tarefa são os últimos betas do Chrome e do Firefox, mas não deverá demorar muito para que as versões finais desses navegadores estejam concluídas.
Ao abrir o Body Browser, você se deparará com o corpo de uma mulher vestindo trajes de ginástica. Os botões à esquerda controlam a rotação e o zoom, mas é possível fazer o mesmo com movimentos de arrastar e soltar do mouse.
O mais interessante, porém, começa quando se usa os controles de camadas. Com ela, você vai vasculhando as partes internas do corpo, tendo, assim, uma boa visão da anatomia humana. No primeiro nível, a estrutura muscular. Depois, o esqueleto. Aí vêm os órgãos, as artérias, as veias, até que não há mais nada além dos nervos.
Para saber mais sobre o que está sendo exibido, basta clicar em “labels” (etiquetas) e um texto explicativo é apresentado. Com esta opção ativada, por sinal, pequenas legendas aparecerão em cada objeto selecionado, facilitando a identificação.
Como o produto é da Google, é óbvio que ele inclui uma busca personalizada. Digite o nome de qualquer músculo, osso ou órgão e o Body Browser o levará até ele. Outro ponto positivo é que, a cada movimento, uma nova URL é gerada, de modo a facilitar o compartilhamento de sua posição com um conhecido.
A companhia de Mountain View, sabendo que o corpo de um homem e de uma mulher possuem importantes distinções, promete que, em breve, adicionará ao aplicativo um avatar masculino para ser explorado.
Veja vídeo demonstrando o funcionando do aplicativo:




 

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Aplicativo do Google Latitude chega aos celulares

Aplicativo permite rastrear amigos e ser rastreado por meio do GPS do celular
Os usuários de iPhone, Android, BlackBerry, Symbian e Windows Mobile já podem baixar o aplicativo do Google Latitude. Ele permite que os usuários compartilhem sua localização em tempo real com os amigos. Assim, os amigos poderão rastreá-lo a medida que ele se desloca pela cidade.
Na App Store e no Android Market, o aplicativo já está disponível em português. Além de informar e se manter informado sobre a localização dos amigos, que devem ser adicionados por meio do aplicativo, o usuário ainda pode contatá-los por telefone, mensagem de texto ou e-mail a partir do próprio aplicativo.


Google Latitude permite "rastrear" amigos pelo celular
Nas configurações de privacidade, o usuário também pode escolher se deseja informar onde está, deixar que o aplicativo identifique e compartilhe sua localização atual ou esconder sua localização. Na segunda opção, o aplicativo continua funcionando mesmo em segundo plano e atualiza sua localização a cada poucos minutos.
O aplicativo está disponível em 45 países. No caso de dispositivos da Apple, ele funciona apenas naqueles com o sistema operacional iOS na versão 4.0 ou superior. Além disso, só é possível instalar o aplicativo no iPhone 3GS, iPhone 4, iPad e iPod Touch de terceira e quarta geração.